Saiba quando procurar um médico para tratar disfunção erétil

saiba o que é a disfunção erétil realmente e como tratar o problema com urologistas experientes
BLOG OMENS / Ereção
Escrito por

Caio Vega

Revisado por

Dr. João Brunhara

CRMSP 161.642
Última atualização

11 de outubro 2021

A disfunção erétil (impotência) é a incapacidade de obter e manter uma ereção suficientemente firme para o sexo. Mas ter dificuldades de ereção de vez em quando não é necessariamente um motivo de preocupação. No entanto, se a disfunção erétil for um problema recorrente, ela pode causar estresse, afetar a autoconfiança e até trazer problemas para o relacionamento. Além disso, dificuldades para obter ou manter uma ereção também podem ser sinais de uma condição de saúde escondida ou indicativo de um fator de risco para doenças cardíacas.

Se você estiver preocupado com uma possível disfunção erétil, fale com um médico (conversar com um urologista online pode ser uma ótima opção para quebrar com o desconforto e a vergonha)! Às vezes, é suficiente tratar a condição que é a causa do problema; em outros casos, medicamentos ou outros tratamentos podem ser necessários.

O que é disfunção erétil?

A definição de disfunção erétil é relativamente simples: trata-se da incapacidade de obter ou manter uma ereção rígida o suficiente para ter relações sexuais. Muitas pessoas chamam de “impotência”, embora esse termo seja usado com menos frequência no meio médico.

É bem comum alguns homens passarem por problemas de ereção esporádicos: trata-se de uma disfunção erétil ocasional, o que é muito comum em momentos de estresse.

A disfunção erétil recorrente, no entanto, pode ser um sinal de problemas de saúde que precisam de tratamento. Aliás, ela também pode ser um sinal de transtornos e dificuldades psicológicas ou de problemas no relacionamento, que podem exigir o acompanhamento de um profissional especializado.

Disfunção erétil: causas físicas e psicológicas

A disfunção erétil pode resultar de problemas de saúde ou de problemas psicológicos – ou de ambos. Alguns fatores de risco conhecidos são, por exemplo:

Vale lembrar que, mesmo que a disfunção erétil fique mais provável à medida que o homem envelhece, envelhecer nem sempre vai provocar problemas de ereção frequentes. Alguns homens continuam sexualmente ativos nesse sentido até os 80 anos de idade.

Por outro lado, a disfunção pode ser um sinal precoce de um problema de saúde mais sério. Encontrar e tratar a causa do problema é um primeiro passo muito importante.

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Causas físicas

Problemas de ereção recorrentes acontecem quando:

  • Não há fluxo de sangue suficiente entrando no pênis: muitos problemas de saúde podem reduzir a circulação sanguínea no pênis, como artérias enrijecidas ou estreitas, doenças cardíacas, nível elevado de açúcar no sangue ou tabagismo.
  • O pênis não consegue reter o sangue durante a ereção: então, se o sangue não permanece no pênis, a pessoa não consegue manter a ereção. Aliás, esse problema pode acontecer em qualquer idade.
  • Os impulsos nervosos do cérebro ou da medula espinhal não alcançam o pênis: certas doenças, lesões ou cirurgias na região pélvica podem prejudicar os nervos do pênis.
  • O diabetes pode prejudicar pequenos vasos ou causar danos aos nervos do pênis.
  • Os tratamentos contra cânceres próximos à pélvis podem afetar a funcionalidade do pênis: cirurgia e/ou radioterapia para um câncer na parte inferior do abdômen ou na pélvis podem causar disfunção erétil. Tratar o câncer de próstata, colorretal ou de bexiga muitas vezes deixa os homens com algum grau de impotência. Desse modo, os pacientes devem consultar um médico urologista para problemas sobre saúde sexual.
  • Medicamentos usados para tratar outros problemas de saúde podem ter um impacto negativo nas ereções. Assim, os pacientes devem falar sobre os efeitos colaterais dos remédios com seu médico.

Causas psicológicas e emocionais

O sexo normalmente precisa do trabalho em conjunto da mente e do corpo. Problemas emocionais ou de relacionamento podem causar ou piorar a disfunção erétil.

Por exemplo, alguns problemas emocionais que podem provocar problemas de ereção:

  • depressão
  • ansiedade
  • conflitos no relacionamento
  • estresse em casa ou no trabalho
  • estresse por conta de conflitos sociais, culturais ou religiosos
  • preocupação com o próprio desempenho sexual (ansiedade de performance)

Disfunção erétil tem tratamento: não espere para procurar ajuda!

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Sintomas

Os sintomas da disfunção erétil são relativamente fáceis de detectar, mas lembre que eles devem ocorrer com frequência para que sejam considerados um problema:

Portanto, é simples identificar: você pode ter disfunção erétil caso seja difícil obter ou manter uma ereção forte o suficiente para a penetração. Além disso, quando esses problemas se tornam rotineiros e incômodos, recomenda-se procurar um médico urologista.

Do mesmo modo, como dissemos anteriormente, a disfunção erétil pode ser um importante sinal de alerta para doenças cardiovasculares, indicando possíveis bloqueios no sistema vascular. Alguns estudos mostraram que homens com disfunção erétil correm maiores riscos de ter ataque cardíaco, derrame ou problemas circulatórios nas pernas.

Por fim, a disfunção erétil também causa:

  • baixa autoestima
  • depressão
  • desconforto e angústia ao homem e sua parceira ou parceiro

Se a disfunção erétil está afetando o bem-estar da pessoa e/ou prejudicando os seus relacionamentos, o problema deve receber tratamento. O tratamento visa corrigir ou melhorar a função erétil, ajudar na circulação e melhorar a qualidade de vida do homem.

Qual médico procurar? Quando?

Como procurar ajuda? Ou como posso ajudar meu marido com disfunção erétil?

Muitas pessoas, por não saber a quem procurar, acabam recorrendo a um clínico geral mesmo. No entanto, o mais indicado é um urologista, um médico especializado em saúde sexual masculina. Hoje em dia é possível consultar urologistas experientes sem sair de casa, por chat, vídeo ou telefone.

Recomendamos que você consulte um urologista caso:

  • tenha se preocupado muito com as suas ereções ou esteja tendo outros problemas sexuais, como ejaculação precoce ou retardada;
  • tenha diabetes, alguma doença cardíaca ou outra condição de saúde conhecida que possa estar relacionada à disfunção erétil;
  • apresente outros sintomas junto com a disfunção erétil.

Como reconhecer um caso de disfunção erétil? [Vídeo]

O primeiro passo para saber como tratar a disfunção erétil é entender como identificá-la e diferenciá-la de um problema de ereção esporádico. Você sabe como reconhecer uma disfunção erétil? Você sabia que existem diferentes tipos, como a disfunção erétil psicológica? Sabe quando um problema de ereção é de fato disfunção erétil? Nesse vídeo, o Dr. João Brunhara nos ajuda a entender melhor o assunto.

O diagnóstico médico da disfunção erétil

Encontrar a causa do problema vai ajudar a orientar as suas opções de tratamento.

Por isso, o diagnóstico da disfunção erétil começa com o seu urologista fazendo perguntas sobre a sua saúde cardiovascular e os seus problemas de ereção.

Histórico de saúde e problemas de ereção

Seu médico vai fazer perguntas sobre o seu histórico de saúde e seu estilo de vida. É muito importante falar sobre os remédios que você toma, ou se você fuma ou a frequência com que bebe álcool. Ele(a) vai te perguntar também sobre as fontes de estresse recentes que apareceram na sua vida. Fale abertamente com o seu médico sobre essas coisas, para que ele possa te ajudar a encontrar as melhores opções de tratamento.

Além disso, conhecer o seu histórico de problemas de ereção ajuda o urologista a entender se suas dificuldades são decorrentes do seu desejo sexual, da sua função erétil, da sua ejaculação ou de um problema com o orgasmo.

Por fim, seu médico pode fazer perguntas sobre depressão ou ansiedade, além de questões sobre problemas no relacionamento ou com a companheira ou companheiro.

Algumas das perguntas podem parecer muito pessoais ou até mesmo incômodas, mas saiba que o seu médico é um profissional e suas respostas honestas vão ajudar a encontrar a causa e o melhor tratamento para você.

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Tratamento para disfunção erétil

A primeira coisa que um urologista vai fazer é se certificar de que você está recebendo o tratamento correto para quaisquer condições de saúde que possam estar causando ou agravando a sua disfunção erétil.

Dependendo da causa e da gravidade do problema e de qualquer condição de saúde subjacente, você pode ter várias opções de tratamento. Seu médico vai explicar os riscos e benefícios de cada tratamento – podendo considerar as suas preferências também.

Medicamentos orais

Os remédios orais são tratamentos para disfunção erétil eficazes, que funcionam para a maioria dos homens. Temos, por exemplo:

Todos os quatro medicamentos aumentam os efeitos do óxido nítrico – um químico natural que o nosso corpo produz e que relaxa os músculos do pênis. Isso aumenta o fluxo sanguíneo e permite que você obtenha uma ereção em resposta a uma estimulação sexual.

Tomar um desses comprimidos não produzirá uma ereção automaticamente. A estimulação sexual é sempre necessária para provocar a liberação de óxido nítrico nos nervos do pênis. Basicamente, medicamentos como cialis ou viagra amplificam esse sinal, possibilitando a função erétil normal na maioria dos homens.

Além disso, os medicamentos para disfunção erétil não são afrodisíacos, não provocam excitação e não são necessários para quem tem ereções normais.

Por que procurar um urologista antes de tomar viagra ou cialis

Os remédios variam em dosagem, tempo de duração e efeitos colaterais. Possíveis efeitos colaterais incluem vermelhidão, congestão nasal, dor de cabeça, alterações na visão, dor nas costas e dor de estômago.

O médico deve considerar a sua situação em particular para determinar qual medicação funcionará melhor.

Às vezes, esses medicamentos não tratam a disfunção erétil imediatamente. Assim, talvez você precise conversar com o seu urologista para encontrar o remédio e dosagem adequadas para você.

Antes de tomar qualquer medicação para disfunção erétil (isso inclui suplementos alimentares e remédios fitoterápicos), fale com um médico especializado em saúde sexual masculina. Os remédios para ereção não funcionam com todos e podem ser menos eficazes em certas condições, como após uma cirurgia de próstata ou em caso de diabetes. Alguns medicamentos também podem ser perigosos caso você:

  • faça uso de nitratos – geralmente prescritos para dores no peito (angina) –, como nitroglicerina, mononitrato de isossorbida e dinitrato de isossorbida
  • tenha algum problema no coração ou insuficiência cardíaca
  • possua pressão arterial muito baixa (hipotensão)

Receba o tratamento na sua casa e consulte um urologista online

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Com a receita médica em mãos, você pode optar pela entrega a domicílio dos seus medicamentos.

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Outros remédios

Outros tratamentos para a disfunção erétil incluem:

Alprostadil injetável

Com esse método, você mesmo aplica o tratamento usando uma agulha fina para injetar alprostadil (Caverject, Edex) na base ou na lateral do pênis.

Cada injeção possui a dosagem correta para provocar uma ereção que não dura mais do que uma hora. Como a agulha usada é muito fina, a dor no local da picada é geralmente pequena.

Os efeitos colaterais podem incluir sangramento leve da injeção, ereção prolongada (priapismo) e, raramente, formação de tecido fibroso no local.

Alprostadil intrauretral

O tratamento intrauretral com alprostadil envolve a introdução de um pequena quantidade da substância em forma de creme no canal da uretra. Nesse caso, usa-se uma caneta aplicadora especial que já acompanha o tratamento, que pode ser encontrado em diversas farmácias de manipulação.

A ereção geralmente começa em 10 minutos e, a partir daí, dura entre 30 e 60 minutos. Os efeitos colaterais podem incluir uma sensação de ardência no pênis, pequenos sangramentos na uretra e formação de tecido fibroso dentro do membro.

Reposição hormonal

Às vezes, pode acontecer de a pessoa apresentar uma disfunção erétil complicada por baixos níveis de testosterona. Nesse caso, pode-se recomendar a terapia de reposição hormonal como um primeiro passo ou em combinação com outros tratamentos.

Bomba peniana, cirurgia e implantes para disfunção erétil

Se nenhum medicamento surtir efeito ou você não se adaptar a eles, o seu médico pode recomendar um tratamento diferente. Outros tratamentos (para outros tipos de disfunção erétil, geralmente mais graves) incluem:

Bomba peniana

A bomba peniana (dispositivo de ereção por vácuo) é um cilindro vazio acoplado a uma bomba acionada à mão ou à bateria.

Basta colocar o pênis dentro do tubo cilíndrico e, então, bombear para puxar o ar dentro do dispositivo. Isso vai criar um vácuo capaz de trazer o sangue em direção ao pênis.

Assim que conseguir uma ereção, você pode colocar um anel peniano na base do membro para segurar o sangue e mantê-lo firme. Por fim, é só remover a bomba peniana.

A ereção normalmente dura tempo suficiente para os parceiros terem uma relação sexual. Então, após o sexo, basta remover o anel.

Hematomas no pênis é um possível efeito colateral, além de que a ejaculação pode ser barrada pelo anel e o pênis pode ficar frio ao toque.

Se a bomba peniana for uma boa opção de tratamento para você, o seu urologista pode recomendar ou prescrever um modelo específico. Dessa forma, você pode ter certeza de que ela atende às suas necessidades e de que é feita por um fabricante de boa reputação.

Prótese peniana

Esse tratamento envolve a implantação cirúrgica de dispositivos em ambos os corpos cavernosos do pênis. As próteses consistem em hastes infláveis ou flexíveis (maleáveis): abordamos o assunto com detalhes aqui no mini podcast da Omens.

Mas importante: não se recomendam implantes penianos até que outros métodos tenham sido experimentados primeiro. No entanto, as próteses têm um alto grau de satisfação entre aqueles que testaram e não deram certo com outros tratamentos.

Como em qualquer cirurgia, há risco de complicações, tais como infecção. Por fim, a cirurgia de implante peniano não é recomendada se o paciente possuir atualmente uma infecção no trato urinário.

Hábitos saudáveis influenciam a ereção? [Vídeo]

Que hábitos saudáveis, como boa alimentação e prática de esportes, ajudam em questões como melhorar a ereção você já sabe. Agora venha entender a relação entre álcool e problemas de ereção e entre drogas e impotência masculina. Nesse vídeo, o médico João Brunhara fala sobre tudo isso.

A importância do estilo de vida e dos “tratamentos caseiros”

Acontece que, para muitas pessoas, a disfunção erétil é causada ou agravada pelo estilo de vida que se leva. Então, aqui vão algumas dicas que podem te ajudar:

  • Se você fuma, tente parar com o cigarro (e se você tiver problemas para parar de fumar, procure ajuda!). Experimente a Terapia de Reposição de Nicotina (TRN), com pastilhas ou adesivos, ou pergunte ao seu médico sobre um medicamento que possa te auxiliar.
  • Procure eliminar o excesso de peso: o sobrepeso pode causar ou piorar a disfunção erétil.
  • Inclua atividades físicas em sua rotina diária. O exercício pode ajudar com condições subjacentes que desempenham algum papel nos problemas de ereção; por exemplo: redução de estresse, perda de peso, aumento na circulação sanguínea, etc.
  • Busque tratamento para possíveis problemas com álcool ou drogas: beber demais ou fazer uso excessivo de certas drogas pode agravar a disfunção erétil diretamente ou causar problemas de saúde a longo prazo.
  • Trabalhe os problemas do relacionamento: considere tratamento com um psicólogo para trabalhar por conta própria as suas dificuldades, ou a terapia de casal se você estiver tendo problemas de comunicação com sua parceira ou parceiro.

Exercícios e disfunção erétil

Estudos recentes descobriram que os exercícios físicos, principalmente atividades aeróbicas moderadas ou intensas, podem melhorar a disfunção erétil. Ainda menos cansativos e trabalhosos, exercícios feitos com regularidade podem reduzir o risco de problemas de ereção.

Além disso, é possível fortalecer a ereção com alguns treinamentos específicos. O Dr. João Brunhara, por exemplo, reuniu os melhores exercícios para disfunção erétil em um lugar só, no Programa MASTER (metodologia aplicada ao controle do estresse e da ereção). São exercícios para controlar a excitação mental, os pensamentos sexuais, para melhorar a função erétil, trabalhar a autoconfiança e dominar o estresse.

Um treinamento como esse vale para todos os tipos de disfunção erétil. Portanto, indicamos tanto para tratar quem tem dificuldades por causas psicológicas como para auxiliar no tratamento fisiológico (como no caso de quem faz uso de medicação).

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Alternativas: fitoterapia

Antes de usar qualquer suplemento alimentar, verifique com seu urologista se ele é seguro para você – principalmente se você tem condições crônicas de saúde. Alguns produtos “alternativos” que afirmam tratar a disfunção erétil podem ser perigosos.

A comunidade médica emitiu avisos sobre vários tipos de “viagra natural”, visto que eles contêm substâncias potencialmente prejudiciais não listadas no rótulo. As dosagens também podem ser desconhecidas ou podem ter sido contaminadas durante a formulação.

Além disso, alguns desses medicamentos podem interagir com medicamentos prescritos e provocar uma pressão sanguínea perigosamente baixa. Esses produtos são especialmente perigosos para qualquer pessoa que faça uso de nitratos.

Por outro lado, há nas farmácias de manipulação tratamentos como a Maca peruana e o tribulus terrestris, que, segundo diversos estudos apontam, podem auxiliar no tratamento de problemas de ereção e queda na libido.

Conclusão

A disfunção erétil é uma condição comum que pode afetar a confiança, as relações e a qualidade de vida dos homens.

O tratamento mais eficaz depende da causa dos seus problemas de ereção. Ainda assim, normalmente os medicamentos tradicionais (cialis, viagra) e os remédios naturais podem ajudar a melhorar a sua disfunção erétil e a sua saúde em geral.

É aconselhável conversar com um urologista para identificar os tratamentos que provavelmente serão de maior ajuda. Além disso, abordar o assunto com sua companheira ou companheiro também pode te tranquilizar.

Lembre-se de que os tratamentos (principalmente as mudanças de hábito, como alimentação, estilo de vida, perda de peso, exercícios físicos…) podem levar tempo. Converse com seu médico para encontrar o tratamento ou a combinação de remédios que melhor funcionam para você!


Fontes

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