Como recuperar a libido? Entenda o que é e como ela funciona!

Uma mão segura uma fruta madura em fundo avermelhado – vamos falar sobre o que é libido e como resolver o seu problema com a Omens
BLOG OMENS / Sexualidade
Escrito por

Caio Vega

Revisado por

Dr. João Brunhara

CRMSP 161.642
Última atualização

12 de maio 2021

O termo libido geralmente se refere à ideia de desejo sexual. Entretanto, dependendo do indivíduo, é difícil adotar uma única definição. Na verdade, em muitos períodos da nossa vida a libido está ausente; essa é uma razão pela qual muitas pessoas, tanto homens quanto mulheres, consultam um médico especializado no assunto. O desejo sexual baseia-se, portanto, em mecanismos fisiológicos complexos, e é importante nós os compreendermos.

O que significa libido? A definição universal de desejo sexual!

O desejo é um conceito universal para diversas culturas e países. No entanto, sua definição varia constantemente a depender de diferentes indivíduos, comunidades, países, fatores socioculturais, etc.

Para algumas pessoas, a falta de libido é algo normal, enquanto outras possuem um desejo sexual mais elevado (você sabe o que é alta libido? Clique aqui e saiba mais sobre a hipersexualidade!). Como definir os limites que separam a libido de um desejo normal e a de um distúrbio sexual? → Essa questão continua sendo discutida entre os cientistas!

Apesar disso, os estudos em psicologia social e em sexologia continuam a tentar definir de forma objetiva o desejo sexual.

O que dizem os estudos sobre libido?

Geralmente, define-se a libido ou o desejo sexual como o aumento de pensamentos e fantasias sexuais, tanto em frequência quanto em intensidade. Se nos basearmos nessa ideia, o desejo sexual é na verdade uma experiência subjetiva, um impulso ou uma intenção sexual.

Esse impulso ou intenção levaria uma pessoa a buscar uma experiência ou estímulo sexual, ou pelo menos a ser mais suscetível a se satisfazer (de forma concreta ou através de fantasias) sexualmente.

Da mesma forma, consideramos a excitação sexual muito mais do que uma simples resposta do órgão genital. Ela pode ser motivada pela experiência do prazer sexual e/ou do orgasmo.

É por isso que o desejo sexual está relacionado às experiências passadas, às motivações, etc., de cada indivíduo. Se precisarmos definir como um aumento ou diminuição da libido, durante uma avaliação, devemos considerar essas oscilações de acordo com o seu padrão.

Tem como aumentar naturalmente a testosterona e a libido? [Vídeo]

A testosterona é o principal hormônio masculino, responsável pelo funcionamento de muitas partes do corpo do homem, inclusive a libido. Mas uma vez ou outra, você pode estar com sua testosterona alta ou mesmo com a testosterona baixa. Quando a testosterona está baixa, você sabe quais são os sintomas e como aumentar? O Dr. João Brunhara explica melhor nesse vídeo!

O que é uma libido normal?

Definir uma normalidade para o desejo sexual é uma questão complexa. Para respondermos a essa questão, devemos utilizar a neurociência e estar sempre atentos quando falamos de “disfunções sexuais”.

Para entender o que é um desejo sexual “normal”, é necessário estudar os diferentes comportamentos, as diferentes práticas psicológicas, biológicas, genéticas ou sociais e culturais.

Embora a tarefa pareça necessária, colocar uma norma na sexualidade continua sendo bastante complicado. Na verdade, podemos definir essa normalidade de diferentes maneiras: legal, estatística, biológica, moral, fisiológica…

Por outro lado, essa noção de normalidade pode ser contraditória. Isso porque podemos descrevê-la tanto objetivamente (um critério físico comparado a um padrão biológico) como subjetivamente (a frequência do desejo de um indivíduo comparado ao de uma população).

Assim, uma pessoa pode concluir que o seu desejo sexual é subjetivamente “normal” (estando ela certa ou errada), sendo usado por ela como referência. Da mesma forma, outra pessoa pode considerar esse mesmo desejo como “anormal”.

Por essa razão que:

Cada consulta a um especialista deve considerar o indivíduo como um todo, um ser único, antes de eventualmente compará-lo a normas diferentes. Essa abordagem possibilita quantificar um comportamento sexual e diagnosticá-lo como anormal ou não.

— Dr. João Brunhara Barbosa

Como a libido atua no cérebro?

Os avanços na neurociência cognitiva e social fornecem algumas respostas. Podemos identificar uma rede cerebral normalmente ativa em uma pessoa que não tem problemas de libido e nenhum distúrbio neurológico.

Isso significa que podemos ver quais áreas do cérebro estão envolvidas no desejo sexual: as regiões frontal-temporal-parietal e subcortical.

Essas regiões sustentam os mecanismos de emoção, de satisfação, de identificação com o outro, de associações da memória e de representação mental.

Além disso, observamos que fatores genéticos podem exercer uma função no desejo sexual, como determinar a variação da produção de dopamina, por exemplo.

Concluindo, as diferentes modulações da nossa rede cerebral e as variações genéticas também são importantes para o desejo sexual. Dessa forma, um médico especialista terá de levar em conta uma gama de conhecimentos psiquiátricos, sexológicos, neurológicos e psicológicos, a fim de compreender um caso de falta ou ausência total de desejo.

O tratamento deve, portanto, ser personalizado.

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Causas de perda de libido e baixo desejo sexual

Em muitos países, estima-se que problemas na libido acometem de 10 a 51% da população. Inclusive, esse chega a ser o principal motivo para consultas a urologistas e terapeutas sexuais.

Portanto, é essencial ser capaz de tratar problemas de desejo sexual de forma específica e adaptada a cada pessoa. Isso é primordial, sobretudo quando estão envolvidas questões de saúde mental.

Pouco ou nenhum desejo sexual: características

Um distúrbio de desejo sexual é caracterizado pela falta ou ausência de imaginação sexual (fantasias) ou desejo por atividades sexuais. Essa carência (ou ausência) é marcada por uma mudança em relação ao desejo habitual do indivíduo.

Para ser considerado mesmo um distúrbio, essa diminuição da libido deve ser fonte de sofrimento ou de dificuldades no relacionamento.

O indivíduo que sofre de falta ou ausência de libido fica desmotivado a buscar estímulos sexuais e geralmente não toma a iniciativa em atividades relacionadas ao sexo (ou faz isso contra sua vontade).

Diversos fatores podem estar associados a uma diminuição da libido: fatores somáticos, endócrinos, neurobiológicos, psicológicos… Se você estiver passando por dificuldades relacionadas ao seu desejo sexual, consulte um especialista capaz de lhe fornecer soluções adaptadas à sua situação.

Causas da falta de libido em homens e mulheres

Entre as causas da falta de libido, podemos citar certamente: os distúrbios de ansiedade, a depressão, fatores toxicológicos, doenças, deficiências hormonais… Essas causas podem ser comuns em ambos os sexos, mas as mulheres ainda passam por períodos mais complicados: ciclo menstrual, lactação, menopausa, etc.

Por isso, vamos dedicar essa parte do texto a diferenciar e identificar as causas distintas da falta de libido em homens e mulheres.

♂ Causas da falta de libido masculina

Há muitas causas para a perda de desejo sexual masculino. Podemos citar as seguintes:

  • Idade: com a idade, o desejo parece diminuir naturalmente. No entanto, ainda é muito comum que os homens mais velhos continuem a ter desejo.
  • Uma deficiência androgênica: os androgênicos (hormônios sexuais masculinos) possuem fortes implicações à função sexual masculina.
  • Hiperprolactinemia: esse distúrbio diminui o desejo sexual e pode também causar uma disfunção erétil. Quando um homem diz sofrer de falta de libido, frequentemente se faz uma avaliação da quantidade de prolactina em seu organismo.
  • Fatores relacionados a doenças e seus tratamentos: doenças genéticas, patologias urológicas (principalmente da próstata), alterações endócrinas, doenças neurológicas (epilepsia, esclerose múltipla), ISTs, doenças crônicas (insuficiência renal, insuficiência cardíaca, diabetes), fadiga, etc.
  • Fatores tóxicos: consumo de álcool, drogas, tabaco… Mas também de certas drogas psicotrópicas, como os antidepressivos. 
  • Depressão, distúrbios de ansiedade, entre outros fatores relacionados.

Por fim, precisamos lembrar do impacto que o estilo de vida possui na libido, os hábitos, o consumo excessivo de pornografia, masturbações com frequência exagerada… Está também provado que as concentrações de testosterona estão ligadas à libido. No entanto, nem todo paciente com baixa testosterona apresenta queda de libido, e nem todo paciente com queda de libido tem baixa testosterona.

Dessa forma, podemos dizer que não é tudo por conta da testosterona, mas é importante realizar um check-up completo nesse tipo de situação.

♀ Causas da falta de libido feminina

Devemos levar em consideração tanto os fatores sensoriais quanto as fantasias e pensamentos sexuais. Aliás, aqui também a noção de desejo inclui uma dimensão cognitiva, comportamental, emocional, pessoal ou coletiva.

Existem, portanto, fatores químicos (hormônios e neurotransmissores), mas também fatores psicológicos.

Além disso, sabemos que o sistema endócrino das mulheres é complexo, por levar em conta:

  • ciclos menstruais
  • gravidez
  • lactação
  • menopausa
  • impacto dos métodos contraceptivos
  • possível influência de alguns medicamentos: antidepressivos, ansiolíticos, antivirais, anti-hipertensivos, etc.

O aumento da testosterona nas mulheres no meio do ciclo menstrual está associado a uma série de mudanças hormonais. Assim, não há como fazer uma distinção de forma significativa entre os níveis de testosterona na metade do ciclo e a libido.

Do mesmo modo, há evidências da importância do hormônio estradiol na lubrificação vaginal. No entanto, seu efeito no desejo sexual e na excitação ainda não foi demonstrado.

Em conclusão, há evidências crescentes de que o humor, o bem-estar, a energia e outros fatores psicológicos influenciam a sexualidade feminina.

Por fim, assim como nos homens, os hábitos e estilo de vida também influenciam a libido das mulheres.

Problemas de libido e a influência de distúrbios neurológicos

Problemas neurológicos, tanto em homens quanto em mulheres – tais como derrame cerebral, epilepsia, tumores, mal de Parkinson, doença de Huntington ou esclerose múltipla – parecem ser a causa de muitas disfunções sexuais.

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Como aumentar o desejo sexual ou recuperar a libido?

Estimulantes sexuais, afrodisíacos, métodos milagrosos… Nunca é demais ressaltar que, antes de falarmos sobre “como aumentar a libido”, é preciso mantê-la em boas condições através de algumas atitudes. Não há nenhum produto milagroso para “impulsionar a libido”!

Entretanto, atualmente, podemos identificar as causas específicas da falta de desejo sexual de um indivíduo e buscar soluções. Para isso, uma consulta com um especialista é indispensável. 

Aumentando a libido do homem

Você pode recuperar uma libido “normal” adotando bons hábitos: uma dieta equilibrada, um estilo de vida saudável (sonos recuperadores, etc.), prática regular de esportes…

Injeções hormonais (testosterona) só podem ser prescritas por um(a) médico(a), se ele(a) achar necessário. De qualquer forma, essa não é a primeira opção levada em consideração.

No que diz respeito à dieta, é preferível uma alimentação com pouca gordura e açúcar, optando por frutas e vegetais. Tenha cuidado também com o tabagismo, o alcoolismo e o consumo de drogas: eles podem ter efeitos diretos sobre a libido ou prejudicá-la a longo prazo.

Por fim, as suas relações afetivas também têm um papel a desempenhar no desejo sexual: comece resolvendo os problemas no relacionamento do casal antes de tratar sobre uma possível queda na libido.

Aumentando a libido da mulher

Para as mulheres, é quase a mesma coisa que para os homens, porém é preciso levar em conta algumas questões específicas, como o ciclo menstrual, a menopausa, os contraceptivos, etc.

Todos esses pontos podem ser discutidos com o(a) médico(a).

Os períodos que citamos acima são diferentes para cada mulher: algumas terão uma libido menor enquanto outras não; as dores e a duração dos ciclos não são vividas da mesma maneira por todas elas.

Por fim, as secreções vaginais e os hormônios também mudam de acordo com a fase dos ciclos. No entanto, conversando com um(a) médico(a), é possível prever esses períodos e se adaptar o melhor possível a essas diferentes fases da vida.

Por exemplo, é possível manter um calendário pessoal da evolução da libido de acordo com a fase do ciclo. Há até mesmo aplicativos para celular que fazem isso!

Cuidados médicos ou tratamentos para problemas de libido

As terapias contra distúrbios de desejo sexual, tanto em homens quanto em mulheres, são difíceis. Por isso, devem ser realizadas por um especialista em saúde sexual e sexologia clínica.

Dentre outros exames, uma avaliação hormonal pode ser feita no início do tratamento. Todos os fatores fisiológicos e psicológicos também serão estudados. Se um distúrbio de libido for confirmado, as causas terão que ser determinadas de forma precisa. Talvez sejam identificadas algumas causas somáticas e psiquiátricas; se esse for o caso, o médico deverá esclarecer tudo ao paciente/casal.

Por fim, antes de escolher o tratamento, será estudado o fator idade, muitas vezes sinônimo de declínio das funções sexuais.

Terapias sexuais

O tratamento pode tomar a forma de terapia sexual cognitiva, comportamental e psicológica. Esse tipo de terapia pode ser feita individualmente ou em casal e depende muito da experiência, da personalidade e do envolvimento do terapeuta – daí a importância de escolher um profissional competente e de confiança.

Muitas terapias sexuais possuem uma base científica legitimada e eficaz. Elas podem, por exemplo, ser divididas em várias sessões, focadas em questões como:

  • pensamentos automáticos;
  • ignorância sobre sexualidade;
  • mitos sobre a sexualidade masculina e feminina;
  • estratégias para aproximar emocionalmente o casal;
  • técnicas para melhorar a estimulação erótica;
  • e, finalmente, tirar da penetração o papel de principal atividade do sexo.

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Conclusão

Esperamos ter esclarecido um pouco mais sobre os diferentes mecanismos da libido e a ausência de remédios milagrosos. Devemos privilegiar certos comportamentos saudáveis, não sendo possível “aumentar” a libido da mesma forma que se dá um boost em um motor.

A quantidade de libido varia segundo diversos fatores; é necessário estar atento a eles para podermos solucionar os problemas. Mas nem sempre só isso já é o suficiente. É por isso que recomendamos pelo menos uma consulta com um urologista se os problemas de libido persistirem por vários meses.

Os urologistas tratam dessas dificuldades diariamente e serão capazes de trazer soluções a cada caso. O principal a se fazer é não dramatizar a situação: a queda da libido é comum a todos os indivíduos, em qualquer etapa da vida.

O importante é não deixar o problema se instalar a longo prazo: quanto mais tempo se espera, mais complicado se torna o tratamento.

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