Como manter o pênis ereto: 10 coisas que você precisa saber sobre a ereção

banana apontando para baixo mostrando uma falta de ereção
BLOG OMENS / Ereção
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Escrito por

Caio Vega

Revisado por

Dr. João Brunhara

CRMSP 161.642
Última atualização

15 de janeiro 2022

Raramente o tema disfunção erétil é discutido abertamente entre as pessoas. Mesmo assim, se supõe que um a cada três homens com mais de 40 anos de idade seja afetado por uma falta de ereção.

Hoje vamos, mais uma vez, quebrar algumas barreiras e discutir questões importantes relacionadas à disfunção erétil. Então, acompanhe com a gente: 10 coisas que você não sabia sobre a chamada “impotência sexual”.

1. Problemas de ereção acontecem no mundo inteiro

Estima-se que mais de 200 milhões de homens no mundo inteiro sofram de disfunção erétil. E a expectativa é de que esse número aumente para 300 milhões até 2025 (mas muito provavelmente devido às maiores expectativas de vida).

Mesmo que sejam apenas números, eles podem não representar com precisão o tamanho do problema, que pode ser ainda maior. Especialmente porque sabemos que os homens ainda encontram muita dificuldade em falar sobre seus problemas sexuais… 

Por exemplo, alguns homens chegam às consultas após vários anos rejeitando ajuda médica, com problemas psicológicos reais: perda de confiança, sintomas depressivos, comportamentos de risco, etc.

Viagra vs. Cialis [Omenscast #10]

No nosso 10º episódio do Omenscast, o médico urologista João Brunhara vai explicar as diferenças entre Viagra e Cialis: como os dois funcionam, variações de preço e se há perigos… A transcrição do áudio você poderá encontrar aqui.

2. A falta de ereção afeta homens de todas as idades

No Brasil, mais ou menos 1 em 3 homens acima dos 40 anos pode apresentar disfunção erétil. E, ao contrário do que muitos pensam, mesmo os jovens sofrem (1 a 25%) com problemas de ereção.

E, inclusive, os fatores de risco não estão necessariamente relacionados à idade, mas sim a questões relacionadas ao estilo de vida que podem se acumular e se combinar com outras condições. Por exemplo: maus hábitos (em relação à alimentação, ao sono), doenças crônicas, sedentarismo, questões psicológicas e/ou fisiológicas, etc.

O uso de certas substâncias (tabaco, álcool, etc.) também pode prejudicar a qualidade das artérias e do sistema nervoso.

Em resumo, um homem que cuidou do próprio corpo e que está em boa saúde geral aos 50 anos tem menos probabilidade de sentir problemas de ereção do que um jovem de 25 anos que está acima do peso, fuma, não faz exercícios, etc.

Uma pesquisa da Omens em parceria com a Datafolha também evidenciou que a última pandemia afetou a saúde mental e a sexualidade dos brasileiros:

45%

dos brasileiros estão fazendo menos sexo durante a pandemia

36%

também passaram a se masturbar menos após os surtos de Covid-19

3. Apenas 25% dos homens procuram tratamento para a sua dificuldade

Apenas 25% dos homens que sofrem de disfunção erétil procuram tratamento. E, ainda assim, nos últimos 20 anos, os tratamentos foram melhorando, permitindo tanto uma segurança maior quanto uma alta taxa de eficácia. 

Nunca é demais repetir: a disfunção erétil possui tratamento! Na verdade, é um dos problemas sexuais que mais se trata com facilidade. 

4. Disfunção erétil: 2 a cada 3 homens não conversam sobre o problema

De todos os homens que sofrem de impotência mas não recebem tratamento, 2 a cada 3 até querem ajuda, porém não têm coragem de falar com um médico

Para superar essa dificuldade dos pacientes em tratar a disfunção erétil (principalmente em falar sobre o problema), agora é possível consultar urologistas online, graças a plataformas de teleconsulta, como a Omens. 

Esse tipo de solução permite que os homens consultem com facilidade, apenas com um computador ou celular, um médico especializado em saúde sexual masculina. Além disso, a Omens preserva o anonimato do paciente e protege com segurança os seus dados pessoais; aliás, você ainda tem a possibilidade de pedir para receber a medicação em casa!

5. O acompanhamento médico é necessário

Pesquisas mostram que os homens com disfunção erétil prefeririam que os médicos abordassem o assunto, em vez do contrário.

Isso reflete, mais uma vez, a dificuldade masculina em se abrir sobre seus problemas sexuais; os tabus e estereótipos em torno da sexualidade ainda estão muito presentes hoje em dia.

6. Poucos homens ainda abordam durante as consultas médicas o tema da falta de ereção

Estudos apontaram que apenas 10% dos médicos brasileiros perguntam regularmente aos seus pacientes sobre a eventual existência de problemas de ereção. Portanto, o problema aparece nas duas direções: os pacientes acham difícil tocar no assunto, e alguns médicos deixam de levantar a questão durante o atendimento.

Porém, a qualidade da ereção é um indicador interessante que às vezes pode identificar outras patologias, como: diabetes, depressão ou dificuldades arteriais, neurológicas, etc.

“Falhas” na cama: como gerenciar (e evitar) a situação [Vídeo]

A famosa “broxada”, ou “falha” na hora H é um problema de ereção em um momento específico, que acontece com muitos homens ao longo da vida. Todo homem, que faz sexo já passou por aquele momento em que pensou “broxei”, não é? Mas isso é, necessariamente, um problema de disfunção erétil? E como superar essa questão? Como driblar problemas de falta de ereção? Como manter a ereção por muito tempo? Afinal, como melhorar a ereção? Enfim, como não broxar? Entenda tudo nesse vídeo.

7. Muitos dos tratamentos para disfunção erétil foram descobertos ao acaso

Os remédios para ereção (em comprimidos ou as injeções intracavernosas) foram todos descobertos de forma inesperada! Na verdade, eles se destinavam a tratar outras doenças; o fortalecimento da ereção foi apenas um efeito colateral observado.

Esse é justamente o caso do famoso azulzinho, o viagra, que foi originalmente destinado a tratar dores no peito (angina)… Mas alguns homens que testaram o medicamento relataram ereções melhores.

8. A clandestinidade e as falsificações presentes na internet

Os medicamentos para ereção estão entre as principais substâncias mais falsificadas do mundo… Tenha em mente que apenas tratamentos sob prescrição médica são seguros para a sua saúde.

Além de te dar um diagnóstico (procurando as causas ou compreendendo a falta de ereção), somente um médico é capaz de saber se uma substância pode ou não ser indicada a você.

9. Tratamentos utilizados por milhões de pessoas

Desde sua comercialização no final dos anos 90, os remédios para disfunção erétil ultrapassaram 45 milhões de usuários oficiais em todo o mundo. Isso demonstra a eficácia e a segurança desses medicamentos mundialmente difundidos.

10. Os perigos da automedicação

Estima-se que 6 a 10% dos homens tomam medicação para disfunção erétil sem receita médica, incluindo jovens com menos de 25 anos de idade. Cuidado: há sempre um risco à saúde se você não respeitar o modo de administração do tratamento e se fizer isso sem o consentimento de um médico.

E, como dissemos acima, esses medicamentos estão entre os remédios mais falsificados na internet.

“Como manter o pênis ereto”? Conclusões

Mesmo que as coisas estejam evoluindo aos poucos, a disfunção erétil (ou a falta de ereção ocasional, as “falhas“) ainda é um profundo tabu para a população masculina. É difícil para os homens falarem sobre isso com um médico, assim como é difícil para eles falarem sobre isso com a companheira ou companheiro.

Ainda falta trazer muitos homens para um acompanhamento médico de qualidade, com informações claras e precisas e tratamentos eficazes.

E essa dificuldade em falar sobre o tema não diz respeito apenas a quem tem disfunção erétil, mas também a alguns médicos, que ainda não abordam suficientemente o assunto durante as consultas em clínicas e consultórios.

Enfim: não deixe de falar com um urologista online se você estiver passando por essas situações.

Consulte online um médico ou psicólogo especializado em sexualidade

A Omens é uma plataforma de saúde dedicada à saúde sexual e mental, que reúne médicos urologistas, terapeutas sexuais e farmacêuticos com o objetivo de construir soluções seguras, de qualidade e acessíveis a todos.

Por isso, a plataforma permite que você consulte online médicos especialistas em temas sobre sexualidade, além de psicólogos sexólogos. As consultas online podem ser feitas por mensagens, pelo celular ou por videochamada, por exemplo, além de apresentar muitas outras vantagens:

  • Consulte um médico ou psicólogo especializado na área, que trata diariamente de problemas relacionados ao sexo.
  • Pague menos da metade do valor de uma consulta presencial com um urologista.
  • Agende uma consulta para o mesmo dia! (no Brasil, aliás, muitos pacientes têm de esperar vários meses até conseguir agendar uma consulta presencial com um urologista)
  • Peça pela plataforma os medicamentos necessários para o seu tratamento e, então, eles serão entregues discretamente na sua casa por uma farmácia certificada
  • Além disso, evite o desconforto ou a vergonha na sala de espera de um consultório ou em farmácias

COMENTÁRIOS SOBRE “Como manter o pênis ereto: 10 coisas que você precisa saber sobre a ereção

  1. Franciele D. says:

    Eu namoro há 2 anos e meio, e desde a minha primeira relação com meu namorado (meu primeiro homem também), ele “falhou” na cama. Durante todo esse tempo, sempre o incentivei a ir ao médico, inclusive falei que dividiria os valores das consultas (e olhe que eu recebo 3 vezes menos do que ele). Ele sempre diz que é anormal, que essa questão o perturba muito, mas só toca no assunto quando eu o instigo. Uma vez, disse que eu era egoísta porque, na visão do próprio, eu não enxergava o lado dele. Isso me deixou muito triste, porque se eu não me importasse. não estaria com ele todo este tempo. E não tenho ou vejo nenhuma perspectiva de mudança no interesse dele em focar na situação e tentar resolvê-la da melhor maneira possível. Eu só tenho 22 anos, queria desfrutar de minha vida sexual como nunca; mas até minha libido estou perdendo, pois penso que se está assim no namoro, imagine num possível noivado ou casamento. Eu tomo o problema de saúde dele tão a sério, que passo horas buscando soluções ou tentando compreendê-lo, mas acho que chegou a hora de pensar em mim. Sobre o artigo, as informações são muito valiosas, já que conseguimos ver que ainda perdura o engessamento dos sentimentos masculinos quanto à questão da virilidade voltada ao pênis (culturalmente falando), e o temor de buscar tratamento porque, em alguns casos, os homens acreditam estra demonstrando vulnerabilidade e “falha”, numa sociedade em que cobra a performance e a alta duração como os ápices de uma relação sexual ou vida a dois relativamente satisfatória. E que fique claro aqui que minha maior tristeza, não é o fato de meu namorado ser impotente, e sim a apatia dele e comodismo em lutar contra algo que o faz mal e que ainda pode agravar a maneira como ele mesmo se vê e se sente.

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