Ereção fraca: quais as causas?

BLOG OMENS / Ereção
Escrito por

Caio Vega

Revisado por

Dr. João Brunhara

CRMSP 161.642
Última atualização

30 de novembro 2020

As causas de uma ereção fraca são bastante diversas. Por isso, antes disso, vamos rever os principais fatores que levam a problemas de ereção.

Muitas vezes, os fatores naturalmente positivos desempenham um papel importante na qualidade da ereção. É o caso, por exemplo, de hábitos do dia a dia, como: sono, alimentação, prática de esportes, etc.

Do mesmo modo, há os fatores um pouco mais desagradáveis. Eles podem incluir causas psicológicas, que às vezes requerem a ajuda de um especialista para conversar sobre os problemas e reduzir certos bloqueios. Há também causas fisiológicas e orgânicas, relacionadas a doenças ou, às vezes, à idade simplesmente.

Vamos, então, analisar mais de perto as possíveis causas de uma ereção “fraca”.

Ereção fraca: causas psicológicas

Muito frequentemente, os problemas de ereção estão associados a fatores psicológicos: estresse, ansiedade, depressão… 

Na verdade, mais especificamente, tais fatores podem causar uma queda na excitação sexual, o que geralmente leva a uma ereção incompleta. Mas como esses aspectos diminuem a excitação sexual?

Ereção fraca: a ansiedade (ou o estresse) deixa menos espaço para o prazer sexual

O primeiro motivo é que, quando estamos preocupados, por várias razões, nossa mente está focada e concentrada. Isso deixa muito menos espaço para o entretenimento e a diversão, isto é, menos disponibilidade para sexo e prazer.

Fatores depressivos diminuem a libido

A tristeza, a depressão ou o estado de esgotamento mental são fatores que perturbam nossa energia, ou seja, nosso desejo de “fazer as coisas”. Sem esse impulso, podemos perder o desejo de ter relações sexuais. Ou, ainda, podemos sentir vontade de fazer sexo, mas com menos excitação. Dessa forma, tem-se uma ereção parcial, mais fraca.

Aliás, é até muito comum que um problema de ereção exponha esses quadros psicológicos.

As consequências físicas da depressão

A depressão, ou um estado mental semelhante, pode causar uma queda na dopamina, na ocitocina ou na serotonina. Esses neurotransmissores impactam a nossa libido e, por conseguinte, a nossa excitação sexual e nossa ereção.

O estresse, por outro lado, pode liberar adrenalina, provocando contrações; as artérias se contraem e o fluxo sanguíneo é reduzido, dificultando a ereção.

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Ereção fraca e vida saudável

Alimentação, álcool, cigarro, falta de atividade física, falta de sono… Todos esses fatores impactam a nossa sexualidade e a qualidade da ereção.

Uma dieta saudável e equilibrada ajuda a prevenir certas carências, podendo evitar a diminuição de alguns hormônios. Sobre esse assunto, você pode ler nossos artigos sobre como ter uma vida sexual saudável.

Estudos recentes são unânimes ao tratar do impacto benéfico do esporte na função erétil. É aconselhável fazer atividades físicas de duas a quatro vezes por semana, por 30 minutos ou uma hora; mas, mesmo que seja uma vez só, elas já trarão benefícios.

Por fim, um sono saudável é essencial para uma boa libido, assim como para uma boa ereção. O período do sono, em particular, nos permite regular uma série de secreções hormonais do nosso cérebro. Isso garante um melhor rendimento durante o dia.

Diminuição da libido e vida em casal

Uma queda na libido, esteja você solteiro ou em um relacionamento, pode ter muitas causas (psicológica, fisiológica…).

Como explicamos acima, os fatores psicológicos são importantes para a qualidade da ereção.

Às vezes, a vida em casal pode esfriar um pouco e isso é normal. Se a rotina se instala, seja na vida cotidiana ou na sexualidade, há uma boa chance de que sua excitação sexual diminua. Dessa forma, sua ereção também enfraquece.

Não hesite em conversar com sua parceira ou parceiro. É importante poder falar sobre esse tipo de assunto, ainda que nem sempre isso esteja óbvio. É necessário conversar com calma, em vez de deixar que a vergonha e o problema se instale.

Ereção fraca e doenças crônicas

Todas as doenças crônicas são conhecidas por influenciar a libido e a ereção, algumas mais do que outras. Por exemplo:

  • Diabetes
  • Câncer
  • Doenças neurológicas (como a Doença de Parkinson ou a Esclerose Múltipla)
  • Problemas cardiovasculares (como angina ou hipertensão arterial)
  • Doenças respiratórias, especialmente a apnéia do sono
  • Doenças inflamatórias crônicas
  • Infecção crônica pelo HIV

O impacto dessas doenças na sexualidade e na ereção

Uma doença crônica é uma doença que nos perseguirá por toda a vida. Por isso, ela nunca é uma boa notícia. Seja uma doença grave ou não, receber tal anúncio pode causar um baque no psicológico.

O impacto desse comunicado pode durar de várias semanas a vários meses, muitas vezes afetando negativamente a libido ou a excitação sexual (da mesma forma que a ansiedade ou o estresse).

É necessário, então, adaptar-se à doença: passar por um acompanhamento médico, um tratamento, mudar o estilo de vida, mudar os hábitos diários, a alimentação… Essa fase de adaptação é geralmente um período difícil para o indivíduo, alimentando estados depressivos e, consequentemente, quedas na libido, como detalhamos anteriormente.

Além disso, alguns medicamentos prescritos durante o tratamento dessas doenças podem afetar a libido e a qualidade da ereção; em particular, antidepressivos ou remédios para pressão alta.

Os tratamentos cirúrgicos também podem levar a complicações, como uma perturbação no sistema arterial, que pode reduzir o fluxo sanguíneo em direção ao pênis.

Problemas de ereção e doenças cardiovasculares

Mais da metade dos homens que possuem doenças cardíacas ou vasculares também têm disfunção erétil.

Do ponto de vista médico, a ereção é um fenômeno vascular. Para se obter uma boa ereção, as artérias que levam sangue para o pênis e as próprias artérias do pênis devem estar funcionando corretamente. A hipertensão arterial, por exemplo, pode dificultar esse processo.

Assim como nas doenças crônicas, o aspecto psicológico também é forte e tem grande impacto na libido e na ereção.

A particularidade das doenças cardiovasculares é que os homens podem ter medo de fazer sexo, especialmente devido ao risco de um ataque cardíaco. Se você tiver alguma dúvida sobre isso, deve conversar com um médico ou cardiologista. Ter uma doença cardiovascular não significa necessariamente que as relações sexuais estejam contraindicadas.

Por fim, assim como acontece com uma doença crônica, às vezes é difícil saber se é a patologia que causa a disfunção erétil ou os tratamentos.

Preservativo e ereção fraca

Esse é um aspecto que frequentemente é esquecido, mas que afeta muitos homens. Tal fenômeno pode ainda se acentuar ao longo dos anos: para muitos homens, colocar um preservativo é um momento delicado.

A excitação sexual durante o uso da camisinha pode diminuir, enfraquecendo ou impossibilitando a ereção.

É normal experimentar esse tipo de dificuldade. E não falamos apenas dos homens. A excitação sexual da mulher também pode cair na hora de colocar o preservativo, caso a ação “corte o clima” ou dure muito tempo.

De fato, para alguns homens, o prazer diminui muito devido à perda de atrito no pênis e na glande dentro da vagina. Consequentemente, pode haver um enfraquecimento na ereção durante o ato sexual.

Para maiores informações sobre esse assunto, consulte os nossos artigos!

Idade: um fator natural de baixa libido

É preciso lembrar que a idade também é um fator importante para a queda de libido ou para a disfunção erétil. Não se pode lutar contra o tempo. É normal, após uma certa idade, que algumas funções sexuais sejam reduzidas. Isso acontece especialmente nos casos em que a testosterona decai com o passar dos anos, levando, então, à baixa da libido.

Entretanto, existem soluções para os homens que ainda querem manter sua vida sexual. Um médico urologista garantirá os melhores conselhos e tratamentos adaptados caso a caso.


Em conclusão, as causas de uma ereção fraca podem ser moderadas ou mais severas. Às vezes, trata-se apenas de uma condição temporária e de uma causa psicológica particular.

Se esse problema persistir e lhe preocupar, a melhor coisa a se fazer é consultar um médico, para poder identificar as possíveis causas da disfunção erétil.

Fontes

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