Qual a duração ideal do sexo?

BLOG OMENS / Sexualidade
Escrito por

Caio Vega

Revisado por

Dr. João Brunhara

CRMSP 161.642
Última atualização

25 de fevereiro 2021

É difícil responder a essa pergunta. A “duração ideal” do sexo depende de cada pessoa e também de diversos fatores! Dessa forma, não podemos estabelecer um padrão entre o prazer, a chegada do orgasmo e a duração do sexo.

No entanto, as pesquisas em geral mostram a mesma coisa: uma relação sexual com duração inferior a 2 minutos é considerada insatisfatória, uma relação entre 5 e 10 minutos é considerada satisfatória; mas, no fim das contas, muitos homens e mulheres preferem algo entre 10 e 20 minutos. Quando passa dos 30 minutos, a maior parte das pessoas considera o sexo muito demorado.

Além disso, essas durações incluem penetração, preliminares e outras carícias. E, dependendo da pessoa, elas variam muito: algumas mulheres, por exemplo, preferem outros estímulos à penetração, enquanto outras preferem um tempo de penetração mais longo.

A duração pode realmente influenciar no prazer, mas talvez muito menos que a qualidade da relação sexual, que depende de outros fatores, como se adaptar a cada parceira(o), às suas preferências, etc. Essas coisas exigem, portanto, que a pessoa escute e observe as reações do outro durante o sexo.

Isso porque nós não respondemos sexualmente da mesma forma e não temos as mesmas zonas erógenas. E isso tudo varia não só entre o sexo masculino e o feminino, mas também de pessoa para pessoa. Por exemplo, os homens parecem ser mais sensíveis às zonas erógenas primárias (ao redor da área genital), enquanto as mulheres tendem a ter zonas erógenas mais dispersas no corpo.

Todos esses fatores afetam mais o prazer e o orgasmo do que a própria duração do sexo, embora uma relação muito curta raramente leve ao orgasmo (excetuando os problemas sexuais).

Vejamos os diferentes aspectos que tornam uma relação sexual satisfatória!

Não foque em encontrar uma “duração ideal” para o sexo

Dessa forma, se você focar nisso, vai acabar não se divertindo e perdendo o melhor da relação! Então, concentre-se na pessoa à sua frente e também em você mesmo!

Pois é: muitos também acabam esquecendo do próprio prazer ao querer a todo custo proporcionar orgasmos à parceira(o).

Respire e relaxe: o orgasmo não é imprescindível para o prazer! Aliás, com a cabeça tranquila e focada no bom momento, o próprio orgasmo virá com mais facilidade.

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“Duração ideal do sexo”? O importante é compartilhar um bom momento

Compartilhar é a base de uma relação sexual bem sucedida: é um momento a dois (ou mais) em que desfrutamos um do outro. É importante que ambos sintam prazer.

E, para se divertir nesses momentos, qualquer recurso é válido (sempre que consentido pelos envolvidos, claro)! Não há nenhum método em particular: você pode praticar diferentes posições, usar jogos, brinquedinhos sexuais… Ouça os seus desejos e os da(o) parceira(o)!

Ainda que uma relação sexual curta possa ser muito frustrante, ficar horas performando como um ator pornô não vai tornar o sexo prazeroso.

É preciso encontrar o equilíbrio adequado em função do momento; às vezes podemos preferir uma relação curta e intensa (o que comumente chamamos de rapidinha) ou uma em que podemos usar o tempo que for necessário.

O segredo é variar os prazeres, alternar entre a penetração e diversos outros estímulos, e variar também de uma relação sexual para a outra, sobretudo se as(os) parceiras(os) forem as(os) mesmas(os).

Aprenda a estimular todas as zonas erógenas

Não foque apenas nas zonas erógenas primárias (região genital): todas as áreas do corpo são potencialmente erógenas e colaboram para a excitação sexual, o prazer e o orgasmo.

Se sua parceira for uma mulher, tenha em mente que suas fontes de prazer estão principalmente na vulva: o orgasmo feminino ocorre em grande parte devido à estimulação do clitóris, que se alastra pelo canal vaginal.

Por fim, um ponto importante: essas áreas não são “interruptores”! Não é só porque você está estimulando uma dessas regiões que a outra pessoa vai obrigatoriamente sentir prazer. Você precisa se adaptar, então, às expectativas e às respostas de cada um.

Conclusão: quando a duração do sexo é considerada muito curta?

Aqui estamos falando principalmente de problemas de ejaculação, já que isso diz respeito mais aos homens (ainda que as mulheres também possam atingir o orgasmo de forma prematura).

Com menos de dois minutos, pouquíssimas mulheres conseguem sentir prazer. Além disso, essa frustração pode se transformar em um problema dentro do relacionamento.

Assim, podemos definir a ejaculação precoce como um orgasmo prematuro, que ocorre em menos de dois minutos. Em geral, não se considera essa duração satisfatória e prazerosa, ainda que uma das duas pessoas atinja o orgasmo.

Além de ser uma fonte de frustração, é algo também compartilhado entre os parceiros, podendo causar vergonha, sofrimento ou gerar complexos.

Hoje em dia, existem tratamentos simples e eficazes: então, não deixe a situação piorar! O papel da(o) parceira(o) é importante para tranquilizar (e não sobrecarregar) você.

É um fenômeno que boa parte dos homens experimenta pelo menos uma vez na vida, portanto não fique extremamente inquieto com isso.

Em vez disso, procure soluções adequadas: readaptação física, reequilíbrio hormonal, mudança na dieta… Há muitas causas psicológicas e fisiológicas para esse problema.

Consulte um urologista caso o problema persista e afete a sua sexualidade.

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