A calvície, ou alopecia androgenética, é a queda de cabelo hereditária: a cada ciclo os fios nascem mais finos, e as entradas e o topo da cabeça vão abrindo. É a causa mais comum de queda de cabelo nos homens: mais da metade dos homens acima de 50 anos tem algum grau de calvície. Tem tratamento: tratamentos tópicos e orais podem frear a queda e recuperar parte dos fios. Na Omens, um dermatologista avalia o seu caso por mensagem e indica o tratamento, entregue em casa.

CRM SP 199764
Universidade de São Paulo
Sociedade Brasileira de Dermatologia
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Entendendo
a calvície

O DHT (hormônio produzido pelo corpo) diminui a quantidade de folículos no couro cabeludo, fazendo com que o cabelo diminua de espessura, eventualmente resultando em queda.
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Identificando
seu tipo
Muitas vezes ligada à genética, a calvície frontal é um dos tipos mais comuns da perda de cabelo. Ela tende a aumentar com a idade, à medida que a fase de crescimento dos folículos diminui.
De forma menos frequente, a alopecia pode se manifestar também no topo da cabeça, primeiro com o afinamento dos fios e, com o tempo, a cessão total da atividade dos folículos.
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Tratamento inicial para
evitar a queda

Ao bloquear a enzima que produz DHT (responsável pelo enfraquecimento dos folículos), a queda de cabelo é interrompida e o crescimento retomado.
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Tratamento para
estimular o crescimento

Após o tratamento inicial, a segunda etapa é um “fertilizante” para o cabelo, aumentando a irrigação sanguínea dos folículos e promovento um crescimento mais saúdavel dos fios.
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Após a avaliação do seu caso, um médico ou médica poderá indicar formulações personalizada ou fitoterápicos. Na maioria dos casos, você poderá adquiri-los na própria plataforma!
Medicação manipulada
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Ajuda a revitalizar as raízes dos cabelos, reduzindo a queda.
Prolonga a fase de crescimento do folículo capilar.
Estimula a vascularização do couro cabeludo.
Medicação manipulada
Combate a queda capilar.
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Seu histórico familiar e o estágio da calvície vão determinar a dosagem do seu tratamento para que você tenha efeitos colaterais mínimos.
conseguem interromper a queda
conseguem recuperar o cabelo
experienciam efeitos colaterais
* Estimativa baseada em mais de 10.000 tratamentos realizados com homens afetados pela calvície
Médica pela USP
Sociedade Brasileira de Dermatologia
* Estimativa baseada em mais de 10.000 tratamentos realizados com homens afetados pela calvície
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Imprensa
Ambiente protegido
A calvície, ou alopecia androgenética, é uma queda de cabelo determinada pela genética [1]. Ela começa na adolescência, mas costuma ficar visível só depois de alguns anos: a cada ciclo de crescimento, os fios nascem mais finos, até que o couro cabeludo fica aparente [1]. Nos homens, as áreas mais atingidas são as entradas (região frontal) e a coroa, no topo da cabeça [1]. Com o tempo, a linha do cabelo recua e forma um "M", e o topo vai rareando [2].
Apesar do nome, que lembra os hormônios masculinos, na maioria dos homens com calvície os níveis hormonais nos exames de sangue são normais [1]. O que muda é a sensibilidade dos fios a esses hormônios.
Muito. A alopecia androgenética é a causa mais comum de queda de cabelo, em homens e mulheres [4]. Mais da metade dos homens acima de 50 anos tem algum grau de queda de cabelo [2], e a frequência continua aumentando com a idade: a diretriz europeia de dermatologia estima que até 80% dos homens brancos tenham calvície ao longo da vida [4]. Ela pode começar cedo, já no fim da adolescência ou no início dos 20 anos [3].
A escala de Hamilton-Norwood é a forma mais usada para classificar a calvície masculina. Ela foi criada em 1951 pelo anatomista Hamilton, que estudou mais de 300 homens, e revisada em 1975 pelo dermatologista O'Tar Norwood, que estudou o padrão de queda em 1.000 homens [5][6]. Vai do tipo I ao tipo VII [5]:
Tipos I e II: pouco ou nenhum recuo da linha do cabelo (tipo I), ou entradas pequenas e simétricas nas têmporas (tipo II).
Tipo III: entradas fundas nas têmporas; é o primeiro grau considerado calvície. Na variante "III vértice", a queda começa pelo topo da cabeça.
Tipos IV e V: as entradas e a coroa aumentam, ainda separadas por uma faixa de cabelo que fica cada vez mais fina.
Tipos VI e VII: a faixa desaparece e as áreas se juntam; no tipo VII, resta só uma faixa de cabelo em forma de ferradura nas laterais e na nuca.
Saber o grau ajuda o dermatologista a escolher o tratamento e a acompanhar a evolução: em geral, quanto mais cedo se começa, melhor o resultado [3].
A calvície vem da combinação de genética e hormônios. Um hormônio derivado da testosterona, a di-hidrotestosterona (DHT), encurta a fase de crescimento dos fios nos homens com predisposição, e o cabelo nasce cada vez mais fino [2]. Por isso ela é mais comum quando há outros casos na família.
Nem toda queda de cabelo é calvície. Um período de muito estresse, a recuperação de uma doença ou de uma cirurgia, problemas de tireoide, falta de ferro, proteína ou zinco e alguns medicamentos também fazem o cabelo cair, e nesses casos tratar a causa costuma resolver [7]. Já a alopecia areata, uma doença autoimune, causa falhas redondas [8]. É por isso que o diagnóstico de um dermatologista é o primeiro passo.
Procure um dermatologista assim que notar as entradas aumentando, o topo da cabeça mais ralo ou mais fios no travesseiro e no ralo: o tratamento funciona melhor quando começa cedo, e sem tratamento a queda continua [7]. Procure logo também se o cabelo cair de repente ou em tufos, se surgirem falhas redondas [8] ou se a queda começar depois de uma doença, de uma cirurgia ou de um novo medicamento [7]. Nesses casos, pode ser outra condição, com outro tratamento.
O objetivo do tratamento é parar a queda e recuperar parte do cabelo perdido [1]. As opções são escolhidas pelo dermatologista conforme o grau da calvície e a sua saúde, e podem ser combinadas [1][3][4]:
Tratamentos tópicos: soluções ou sprays aplicados no couro cabeludo que estimulam o crescimento dos fios. Quando funcionam, os resultados aparecem em 6 a 12 meses de uso diário [3].
Tratamentos orais para a queda de cabelo: medicamentos de uso diário que reduzem a ação dos hormônios sobre os fios [1]. Quando funcionam, os resultados começam a aparecer em cerca de 6 meses [3]. Podem ter efeitos colaterais, inclusive na vida sexual, por isso o médico avalia o seu histórico antes de indicar [3].
Procedimentos: o transplante capilar pode melhorar o aspecto nos casos mais extensos [1], e o plasma rico em plaquetas, aplicado no couro cabeludo em sessões de manutenção, pode ajudar a reduzir a queda [3].
O tratamento só funciona enquanto é feito: quando ele é interrompido, a queda volta [3]. Por isso a calvície é tratada a longo prazo, com acompanhamento.
Você responde a um breve questionário sobre a sua queda de cabelo e, se o médico pedir, envia fotos do couro cabeludo.
Faz a consulta com um dermatologista por mensagem, a partir de R$ 79.
O dermatologista indica o tratamento personalizado, que você encomenda na própria plataforma da Omens ou em farmácias de manipulação.
Você acompanha a evolução com o médico e pede ajustes quando precisar.
Revisado por Dra. Aline Erthal, dermatologista · CRM-SP 199764 · RQE 98608 · Atualizado em
Sociedade Brasileira de Dermatologia. Alopecia androgenética. Acessado em 24/10/2026. https://www.sbd.org.br/doencas/alopecia-androgenetica/
MedlinePlus Genetics (National Library of Medicine, NIH). Androgenetic alopecia. Acessado em 24/10/2026. https://medlineplus.gov/genetics/condition/androgenetic-alopecia/
American Academy of Dermatology. What is male pattern hair loss, and can it be treated? Atualizado em 13/12/2022. https://www.aad.org/public/diseases/hair-loss/treatment/male-pattern-hair-loss-treatment
Kanti V, et al. Evidence-based (S3) guideline for the treatment of androgenetic alopecia in women and in men - short version. J Eur Acad Dermatol Venereol. 2018;32(1):11-22. https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/29178529/
Gupta M, Mysore V. Classifications of patterned hair loss: a review. J Cutan Aesthet Surg. 2016;9(1):3-12. https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/27081243/
Norwood OT. Male pattern baldness: classification and incidence. South Med J. 1975;68(11):1359-65. https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/1188424/
American Academy of Dermatology. Hair loss: who gets and causes. Acessado em 24/10/2026. https://www.aad.org/public/diseases/hair-loss/causes/18-causes
American Academy of Dermatology. Skin conditions by the numbers. Acessado em 24/10/2026. https://www.aad.org/media/stats-numbers
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