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O que pensa o brasileiro sobre o sexo virtual?

No último mês de abril, a Omens realizou uma nova pesquisa junto ao Instituto Datafolha a fim de entender os comportamento das pessoas em diversos aspectos da sexualidade e sua saúde sexual.

Dessa vez, em nova parceria com o aplicativo de paquera Happn, a pesquisa buscou entender as impressões e práticas do público com relação ao sexo virtual. Para isso, foram entrevistados 1000 brasileiros, sendo aproximadamente 51% mulheres e 49% homens.

Quase 40% dos brasileiros não acham comum o “sexo virtual”

Ao questionar os entrevistados sobre sua opinião no que diz respeito ao sexo virtual, 44% alegaram ser algo comum. A maioria (26%) defende o ponto de que é algo comum, mas apenas em casos de um relacionamento sério. 7% alegaram ser comum apenas com parceiros de um relacionamento não sério e 10% disseram que consideram sim comum, independente do tipo de relacionamento.

O mais curioso é que a única diferença significativa pro sexo se dá neste último cenário, com uma diferença percentual de 6 pontos entre os homens (13%) e as mulheres (7%) que dizem ser normal o sexo virtual independentemente do relacionamento.

Por outro lado, 39% dos respondentes disseram que o sexo virtual não é algo comum. Dentre estes, porém, 8% disseram ter curiosidade ou interesse, diferentemente dos demais 31%. A diferença, nesse segundo caso, volta a aparecer, sendo dessa vez em sua maioria entre as mulheres: 33% delas não acham algo comum nem têm interesse, curiosidade ou

desejo por sexo

realizado em ambientes virtuais, contra 26% dos homens. Além disso, apenas 7% dos entrevistados nunca realizou nem se interessou por tal prática, sem diferença significativa entre homens e mulheres.

Metade dos brasileiros acreditam que o sexo virtual influencia no sexo da vida real

Em um segundo momento, foi perguntada a opinião sobre a influência do sexo virtual no sexo real. Dali, foi possível observar que 50% acreditam que ocorra algum tipo de influência, em sua maioria (29%) negativa, por diminuir o interesse ou vontade de relações reais, podendo provocar uma

falta de desejo

. Já os outros 21%, acreditam que impacta de forma positiva, trazendo maior excitação e interesse.

Por outro lado, 34% dos entrevistados acreditam não causar nenhum tipo de impacto, enquanto outros 15% não souberam responder. Curiosamente, homens e mulheres tiveram respostas muito semelhantes nesse ponto da pesquisa.

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